Num post anterior, coloquei aqui uma entrevista com o Rafael Nobre, da Babilônia Editorial, sobre as capas da coleção Clássicos de Luxo Zahar, coloquei que são o tipo de livro que de se ter na prateleira para os netos: edições caprichadas em capa dura, com capas vibrantes e empolgantes.
Complementar à essa coleção, está a dos Clássicos de Bolso Zahar, com as mesmas obras (e algumas outras mais), com o mesmo tratamento luxuoso em capa dura, mas em formato (e preço) menores, de bolso.
Como sempre, clique nas imagens para ampliar.
sexta-feira, 8 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Puffin Classics (1)
A Puffin, selo infantil da Penguin, reformulou as capas do seu selo Puffin Classics, com novas ilustrações. Abaixo, uma primeira leva das novas artes. Clique nas capas para ampliar.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
José J. Veiga
As novas edições da obra de José J. Veiga, relançadas desde o ano passado pela Companhia das Letras, com arte de Kiko Farkas e André Kavakama, do Máquina Estúdio (clique para ampliar).
terça-feira, 5 de julho de 2016
Três para terça
Três capas da homenageada da Flip desse ano, Ana Cristina César, editadas pela Companhia das Letras com design de Elisa von Randow.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Objetos de Desejo
Objetos de Desejo: design e sociedade desde 1750, de Adrian Forty, examina a aparência dos bens de consumo nos 200 anos seguintes à introdução da produção mecanizada, com exemplos que vão de canivetes a computadores, de máquinas de costura a vagões de metrô. O livro foi lançado pela Cosac Naify em 2007 com uma proposta bem bacana de crie-sua-capa. também é um bom exemplo variante do conceito de capa sem nenhuma informação textual. O projeto gráfico é de Flávia Castanheira.
![]() |
| A cartela de adesivos que acompanha cada edição do livro. |
O livro acompanha uma cartela de adesivos onde constam o título, o nome do autor e o logo da editora, mais algumas ilustrações, que podem ser destacados e colados na capa como o leitor bem desejar, fazendo com que cada capa seja única dentro de um processo padronizado.
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Alien
O livro havia sido lançado no Brasil em 1984 pela editora Editora Abril com o título de O Oitavo Passageiro com uma capa, hm, estranha, que vai abaixo a título de curiosidade. Aliás, curiosamente, o monstro da arte parece mais o space jockey do que os xenomorfos do filme. Como a continuação do filme só foi lançada em 1986 (com uma novelização, aliás, também escrita por Alan Dean Foster), é de se supor que na época, o design do monstro ainda não fosse tão conhecido como é hoje.
![]() |
| A capa da edição da Abril, de 1984. |
![]() |
| A ilustração aplicada à capa e sem elementos (clique para ampliar). |
Assinar:
Postagens (Atom)

















































