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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Penguin Great Ideas (2)



Dando continuidade ao post de ontem (serão cinco ao todo), a segunda fase da coleção Penguin Great Ideas diferencia-se da primeira pelo uso do ciano na lombada e em detalhes das capas.


Dez extratos de Os Analectos, de Confúcio
A Arte da Guerra, de Sun Tzu

O Banquete, de Platão

Extrato de De Rerum Natura, de Lucrécio (aparentemente, sem tradução ao português).

Reúne três textos que fazem parte das Filípicas de Cícero
Reúne o Livro do Apocalipse e o Livro de Jó, extraídos da Bíblia
Extrato das Viagens de Marco Polo
Não há nenhuma obra de Christine de Pizan com tradução ao português, aparentemente.

Extrato de Il Cortegiano, de Baldesar Castiglione, sem tradução ao português.
Extrato de Os Ensaios, ou Conselhos Civis e Morais, de Francis Bacon
Extrato do Leviatã de Thomas Hobbes.

Sem tradução ao português.

Extrato do Dicionário Filosófico de Voltaire

 
Extrato dos Ensaios Políticos de Hume
Da Guerra, de Carl Von Clausewitz
Temor e Tremor, de Soren Kierkegaard


Extrato de Walden, de Henry David Thoreau

Extrato de A Teoria da Classe Ociosa, de Thorstein Veblen

O Mito de Sísifo, de Albert Camus
Extrato de Eichmann em Jerusalém, de Hannah Arendt

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Penguin Great Ideas (1)

A coleção Penguin Great Ideas não é nenhuma novidade, mas só agora me dei conta de que nunca coloquei as capas aqui antes, então, antes tarde do que nunca.
A coleção é essencialmente de textos de não-ficção, em alguns casos completos, em outros coletâneas de textos curtos, em outros, extratos, de livros considerados fundamentais nos campos da filosofia, ciência, religião, arte e política, escritos por autores famosos.


Agora, o que aqui nos interessa: o design dos livros, que é sensacional. Criadas por David Pearson, cada livreto tem a capa impressa em papel mais aspero, com baixo relevo, simulando o efeito de uma impressão tipográfica, e o design leva em consideração a estética tipográfica da época em que cada obra foi escrita.

A coleção possui cinco fases, cada uma se distingue pelo uso de uma cor predominante em detalhes da capa e na lombada. A primeira fase é vermelha. Na medida do possível, identifico o nome em português de cada obra abaixo da imagem.

Sobre a Brevidade da Vida, Sêneca


Meditações, de Marco Aurélio
Confissões, de Santo Agostinho

The Inner Life é um extrado de A Imitação de Cristo, de Thomas à Kempis
O Príncipe, Maquiavel
Sobre a amizade é um extrado dos Ensaios de Michel de Montaigne

História de uma banheira, de Jonathan Swift
O Contrato Social, de Jean-Jacques Rousseau

Os Cristãos e a Queda de Roma, de Edward Gibbon

Senso Comum, de Thomas Paine
Em Defesa dos Direitos da Mulher, de Mary Wollstonecraft
Sem tradução para o português.
O Manifesto Comunista, de Marx e Engels
Do Sofrimento do Mundo, Arthur Schopenhauer
Reúne dois textos, The Nature of Gothic e The Work of Iron. de John Ruskin, sem tradução (aparentemente) em português.
Reúne excertos de A Origem das Espécies, de Darwin
Porquê sou tão sábio, Friedrich Nietzsche
Um quarto só para si, Virgínia Woold
O Mal-Estar na Civilização, de Sigmund Freud
Por que escrevo é um ensaio de George Orwell, no Brasil publicado dentro da coletânea Dentro da Baleia e outros ensaios.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Orwell

A Penguin inglesa relança cinco livros de George Orwell com design de David Pearson (responsável pela série Great Ideas) e que, como de costume no trabalho dele, com um grande foco no trabalho tipográfico - ou não, no caso da capa "censurada"de 1984, um dos designs mais ousados e arriscados já feitos.


Amo o conceito, e amo que uma editora o tenha usado de fato, embora, dentro do zilhão de opções de capas que a própria Penguin inglesa ofereca, ainda prefiro essa daqui.

Já essa tipografia e clima geral de abertura de um cartoon particularmente macabro parece perfeita pro estilo do A Revolução dos Bichos.




segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Cormac McCarthy de cara nova

Design por David Pearson


Para pontuar o lançamento do filme A Estrada agora em janeiro nos EUA (fevereiro no Brasil), a Picador contratou o designer David Pearson (ex-Penguin, responsável pelo design de coleções como Great Ideas e Great Journeys) para dar cara nova aos livros de Cormac McCarthy - as edições antigas tinham, na maioria das vezes, capas por Chip Kidd, inclusive as edições brasileiras de Todos os belos cavalos, A Travessia e Cidades da Planície, publicados pela Cia. das Letras, mantiveram essas capas (das mais recentes, a de No Country for old men acabou servindo de referência para o cartaz do filme).

Pearson dá um interessante senso de unidade pra obra de McCarthy ao se utilizar exclusivamente de variações na tipografia combinadas com texturas ásperas - basicamente, madeira e pedra.


As variações no tamanho das fontes, emulando cartazes antigos, dão mais peso aos blurbs, que em algumas capas tem o mesmo tamanho da fonte do título ou do nome do autor. Uma forma bem visual e direta de dizer: aqui está um livro de escopo colossal. E pra quem conhece a obra de McCarthy, dizer isso é pouco.






Não encontrei imagens boas das capas de The Crossing, Outer Dark ou Suttree, mas elas podem ser vistas, em miniaturas, no blog da Picador/McMillan.

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