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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Pelican Shakespeare

Capas da coleção The Pelican Shakespeare, pelo selo Pelican, da Random House. Designs de Manuja Waldia. Capas escuras para as tragédias, capas claras para as comédias.













segunda-feira, 23 de maio de 2016

Boss Fight Books

Editada desde 2013, a coleção Boss Fight Books é composta por livros analisando grandes games de forma histórica, critica e pessoal. Até agora a editora já lançou treze títulos.
















sexta-feira, 2 de outubro de 2015

BFI Film Classics (3)

A série de monografias editadas pelo British Film Institute sobre clássicos do cinema ganha uma nova leva, agora focada em filmes clássicos de ficção científica.


A Guerra dos Mundos (1953), de Byron Hoskins, por Barry Forshaw.
Capa de Graham Humpreys. Ilustração pintada com tinta guache sobre aquarela. Segundo o designer, "há uma certa imprevisibilidade nas marcas e texturas, como se fosse a pigmentação da pele de um alienígena. Eu quis colocar uma luz verde sobre os humanos, por ser a cor padrão de alienígenas e eu queria que os humanos parecessem alienígenas aqui. Mantive cores primárias para emular as cores do Technicolor".


Dr. Fantástico, ou Como parei de me preocupar e passei a amar a bomba (1964), de Stanley Kubrick, por Peter Kramer.
Capa por Marian Batnjes. "É a insanidade da guerra fria desnudada na sua simplificidade absoluta. Bombas apontando umas para as outras como motivo principal, na loucura espiral da guerra total. Comecei num esboço a caneta, e a ilustração foi criada no Illustrator".


Solaris (1972), de Andrey Tarkovsky, por Mark Bould
Capa de Matt Shlian. "Eu queria uma peça que refletisse a superfície do planeta, algo inquieto e ondulante, com uma ponta de tensão. A peça foi criada por computador e montada com papel".


Uma Sepultura na Eternidade (1967), de Roy Ward Baker, por Kim Newman.
Capa por Nathanael Marsh. "Usei a janela vitral para recontar os eventos do filme como se fossem um registro antigo e folclórico, o que conecta com os temas religiosos do filme. Foi criado de modo inteiramente digital, usando um tablet para o rascunho geral e completando com Photoshop e Illustrator. Gosto do modo com a perspectiva se distorce como numa lente panorâmica, usei este conceito para encaixar todos os elementos dentro de círculos radiais".


Akira (1988), de Katsuhiro Otomo, por Michelle Le Blanc e Colin Odell.
Capa por Samanta Holmlund."Comparada com as outras animações de sua época, Akira tinha angulos e movimentos mais dinâmicos e cores mais fortes. No meu design, busquei essa técnica para capturar o clima do filme. Para criar a arte fiz os esboços no Photoshop e então usei diversas texturas para dar uma aparência mais orgânica à arte final".


Alien, o 8º passageiro (1979), de Ridley Scott, por Roger Luckhurst,
Capa por Marta Lech. "A imagem simples e escura lembra um fantasma misterioso flutuando sobre o horizonte, mas também a foto em raio-X de um organismo sujeito à um exame científico. Usei a técnica de pintar com pigmento branco sobre papel escuro. Camadas transparentes e sobrepostas de tinta formam um padrão complexo de traçados suaves e sugerem um contexto alienígena, perfeito para ilustrar as características orgânicas e futuristas do design de H. R. Giger".


Brazil, o filme (1985), de Terry Gilliam, por Paul McAuley.
Capa por Peter Strain. "Minha idéia se baseia nas primeiras cenas de sonho de Sam, onde os prédios brotam e destroem a paisagem natural, contudo, escolhi usar gabinetes ao invés de edifícios, para retratar o tema de ordem e controle, que pode desumanizar o mundo. Fiz os esboços iniciais com lápis e então desenhei cada segmento individualmente. Então escaneei no Photoshop, onde adicionei cor e algumas sugestões de textura".


Corrida Silenciosa (1971), de Douglas Trumbull, por Mark Kermode.
Capa por Olly Moss.


Brilho eterno de uma mente sem lembranças (2004) de Michel Gondry, por Andrew M. Butler.
Capa por Patrícia Derks. "Eu coleciono imagens e as traduzo para meu próprio estilo usando as cores de uma forma inusitada. A capa usa meu estilo habitual e se baseia no visual da personagem de Kate Winslet, Clementine. Minha arte é o resultado de horas de pesquisa, quando então pego meus pincéis, e as obras são pintadas rapidamente com meu meio favorito, tinta a óleo, e sempre contém um elemento de surpresa".

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Agatha Christie (Nova Fronteira)

Design por Maquinária Studio






(clique nas imagens para ampliar)

Autora: Agatha Christie
Designer: Maquinária Studio
Editora: Nova Fronteira
Ano: 2014-2015

Desde o ano passado, após uma reformulação recente no espólio da autora, os direitos para os livros de Agatha Christie em português foram reordenados, o que motivou uma nova (e empolgante) abordagem gráfica para os livros da dita "rainha do crime". Em fevereiro publiquei um post sobre a reformulação do projeto gráfico dos livros de Agatha Christie pela Globo Livros. Agora dou seguimento com o projeto gráfico e as capas dos livros editados pela Nova Fronteira, e criados pela Maquinária Studio. Com a palavra, a editora responsável, Renata Sturm, da Ediouro (do qual a Nova Fronteira faz parte).

"Nosso primeiro objetivo com o novo projeto gráfico para Agatha Christie era de reapresentá-la com um um jeito mais pop. A autora é um clássico do policial e suspense, mas existe uma nova geração que nunca leu a Rainha do Crime ou está descobrindo essa incrível autora só agora porque autores atuais citam Agatha como sua principal referência. A Nova Fronteira tem mais de 70 obras da autora no catálogo, nos sentimos na obrigação de trazê-la à tona novamente da maneira que ela merece. E o projeto gráfico teve papel essencial nesse processo."

Arte aberta de Os Elefantes não Esquecem
Sobre o processo criativo, Renata explica que todos os livros da editora são pautados com o designer por meio de um formulário, com informações sobre o livro, a autora, objetivos, público, referências etc. "Mas no caso desse projeto, nos reunimos e trocamos ideias com os designers durante todo o processo que levou meses. No caso da Maquinaria, por ser um estúdio com vários profissionais com diferentes perfis, é o próprio estúdio que determina qual é o designer responsável por cada projeto, baseado no perfil do briefing".

Frente e verso de Um Corpo na Biblioteca
Sobre o público alvo, Renata aponta o foco em dois públicos específicos: o dos jovens entre 25 e 35 anos, considerados os novos leitores da autora (no facebook, os seguidores da autora são cerca de 1,4 milhões no mundo, boa parte deles brasileiros nessa faixa etária).

Frente e verso de Assassinato no Expresso do Oriente
O segundo grupo é o dos fãs antigos de Agatha Christie, com idades entre 50 e 60 anos, sem restrição de gênero, e que gostariam de ter uma versão especial da autora, colecionável, na sua biblioteca. "Afinal, por muitos anos, Agatha Christie foi publicada como uma versão de banca, mais acessível e brochura", lembra Renata, "e nem todo fã guardou essas edições na sua biblioteca".

Arte do primeiro box da série
"O acabamento luxuoso, capa dura, tem um apelo direto com quem já é fã da autora", explica. "Neste momento, os boxes (veja imagem abaixo) se tornam objeto de desejo e ganham espaço especial na biblioteca do leitor.

"Já para o público mais jovem, o uso das cores, ilustração exclusiva (cada capa possui um mistério relacionado ao conteúdo do livro), além do preço matador, fazem com que os livros e boxes causem um impacto no ponto de venda. Eu mesma vivenciei jovens interagindo com os livros, descobrindo seus mistérios, no ponto de venda (livrarias) e também na Bienal do Livro, onde vendemos muitos boxes para jovens entre 15 e 18 anos."

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Penguin Pocket Hardbacks



Uma nova coleção da Penguin inglesa encadernada com capa de tecido, com paronagens criadas pela designer Coralie Bickford-Smith, está sendo lançada. A coleção Penguin Pocket Hardbacks reune clássicos já editados dentro da coleção Great ideas, mas agora em edições de capa dura em formato de bolso (10 x 16,8cm).












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